EM DEFESA DA VIDA

Cartas amarelas fazem parte de um projeto voluntário que visa a promover o desenvolvimento do ser humano, saúde e qualidade de vida em todas as idades e níveis

Quando o projeto foi idealizado, em 2017, por uma dupla de amigos, a intenção era colocar em pauta informações sobre o Setembro Amarelo, mês que marca a prevenção ao suicídio. Muito estudo e pesquisa, sob o acompanhamento de uma psicóloga, auxiliaram o publicitário, Guilherme Morais, e o administrador, Santiago Sipoli, por algumas semanas. Foi
então que decidiram criar uma campanha de conscientização, que promovesse o diálogo sobre suicídio, principalmente entre o público universitário. Assim surgiu o Cartas Amarelas.

Na primeira versão, por meio do site oficial, a campanha apresentou mensagens de pessoas que já tinham passado pela tentativa de suicídio. “As cartas foram escritas pelo eu do presente para o eu do passado, de modo que pudessem ajudar pessoas que estavam nesse mesmo momento delicado da vida”, explica Guilherme.

CANAL DE APOIO

A partir de 2018, o projeto tomou proporções ainda maiores e passou a ser um canal de mensagens, com palavras de força e carinho.
De acordo com Santiago, o recebimento das cartas é todo sistematizado. “Os psicólogos voluntários recebem as  mensagens, que são analisadas para banir possíveis gatilhos mentais. Após aprovadas, as cartas são impressas, sem o nome de quem mandou a mensagem, em folhas amarelas advindas 100% de florestas replantadas e renováveis. A partir daí são distribuídas em diversos locais. A ideia é que a mensagem de apoio chegue em todo lugar”, ressalta Santiago.

BRAZUTOPIA

O Cartas Amarelas é um projeto voluntário da Brazutopia, coletivo de experiências voltado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), uma coleção de 17 metas globais estabelecidas pela Assembleia Geral das Nações Unidas.
O projeto atende o ODS 3, que visa a assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todas e todos, em todas as idades. “As pessoas precisam começar a se informar e também saber como orientar para o profissional certo. Temos todas essas preocupações”, finaliza Guilherme.

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